Páginas de Inquérito da PF revelam que prefeito de Pinheiro não recebeu dinheiro de empresas

A Operação Irmandade foi deflagrada pela Polícia Federal, no último dia 12. A investigação se concentra nos Pregões 030/2018 e 016/2020, que custaram cerca de R$ 38 milhões aos cofres públicos, e deram origem a contratos firmados com empresas pertencentes aos membros de uma suposta organização criminosa.

O Prefeito de Pinheiro Luciano, que teve o nome relacionado na investigação, é acusado de receber R$ 149.500,00 (cento e quarenta e nove mil e quinhentos reais), e por essa razão, ele foi afastado do cargo.

Luciano recorreu da liminar que tem duração de 60 dias, e já formulou sua defesa que foi apresentada juntamente com uma documentação robusta e inquestionável, que comprovam a origem do dinheiro recebido e sua inocência no caso.

Páginas 71 e 72 do inquérito da operação irmandade, que comprovam que Luciano Genésio não recebeu dinheiro das empresas citadas na investigação, nessas páginas é possível verificar comprovantes de valores de 2 a 8 mil reais ao longo de 5 anos, que somados chegariam ao montante citado, valores que não tem ligação com as empresas autuadas no processo. Ao ser inquirido sobre o assunto, o gestor disse que se encontra sereno e que humildemente aguarda o pronunciamento da Justiça.

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